segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Eita Brasil

Se revolte.
Se revolte.
Sinta ódio nesse coração estúpido bolha.
Mas faz ele tomar conta por inteiro. Destrua o computador, queime os livros, as fotos, as anotação. Surte dentro de casa. Se atira da janela. Faz o q quiser pra aliviar essa dor que eu sei muito bem... é insuportável. E depois?... depois venha acertar as contas comigo pra levar um bofetão amargurado como resposta. Espero ansiosa. Tô sendo irônica? Sempre fui... pq será que vc só reparou agora? Não olha pra mim com essa cara. Se vc não esta bem. então fala.  Ódio inrustido é pior que tesão. Pq vc não fala? Deve-me alguma coisa?
Ops, desculpa mesmo. Tô sendo bem malvada agora. Mas é que eu, ao contrario de vc, não fico fazendo pose. Fake não é comigo!
hihihihihihihihihihihihihihi

nota

ha! Mas é pq eu gosto d escrever bobeirinhas. Deixa, deixa! Eu durmo em paz todas as noites. Só tenho dor na coluna, mas isso não é dor de consciencia.

Quase um plágio... mais um

Ele é calmo e eu não sei de onde vem a calma. Desse cara q eu não sei defenir que pessoa é. Tenta a todo custo mas não sabe ser melhor. Não entende. Não é viril. É um frio que toma conta do meu corpo de baixo pra cima e me arrepia. Não é agressivo. É calmo pq é o mundo que é hostil. Não sei de onde vem esse jeito que quase não tem defeito. Ele finge bem. O sorriso tímido tbm é indeciso. No fundo ele é sozinho, pq quase ninguém entende os artistas. Pessoas incompreendidas. Ele se exibe. Diz pra eu não mudar. Não vá embora. Segura minha mão. Vamos passear de guarda-chuva, na rua... Eu não quero mudar. Quero ser racional. Ser são, nem que para isso tenha que ficar sozinha. Não vou ceder. Tudo vai ter fim. Seremos rei e rainha.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

é... só... isso... hoje

Engraçado
essa menina tenta fugir da realidade mas é seqüestrada de novo para o  mundinho dela. E quanto mais quer fugir, evitar... mais se envolve. Dorme bem ,e feliz.... mas novamente acorda como se estivesse de ressaca. Talvez esteja mesmo...
Ai volta aquela sensação de q se o mundo acabasse hoje, seria melhor.
Ai volta aquela vontade de não acordar, não sair da cama... de chorar muito ou pouco... de fumar mais um cigarro talvez.
Q saco.
E o sol nem saiu hj... pra ajudar....
Q saco!
Altos e baixos nessa vida sem eira nem beira, sem estribeiras.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

então...

Ela não pensava que fosse capaz.
Comprou o colar de contas e entregou a Iemanjá com todos os sentimentos imbutidos.
Recheou um pequeno vidro de pimenta com o seu coração de peneira, que posteriormente virou um único e imenso buraco.
Subiu no braço do cristo e gritou suas angústias.
Esperou ansiosamente chegar os primeiros minutos do primeiro dia do ano. Fechou os olhos, respirou a brisa que vinha do mar, tateou a areia entre os dedos. ES-VA-ZI-OU-A-MEN-TE.
Começou do zero. Precisava fazer isso. Precisava pensar em coisas boas, desejar coisas boas, dar um abraço de verdade, de verdade.
" Daqui pra frente, tudo vai ser diferente..."
E só!

domingo, 10 de janeiro de 2010

E depois de tudo
E depois de tantas mudanças em tão pouco tempo hoje mergulho novamente no meu mundinho abarrotado de super informações.
E é novamente estranho.
E eu tenho medo, mais medo...
Apesar de tudo sinto que serão coisas muito boas.... o que é novo assusta essa menina medrosa, levada da breca... mas ela vai em frente. Não tem nada a perder e nunca é tarde pra mudar.

Acabou assim...

E agora a dor que eu sinto não é egoista.
Confesso que tive vontade de sair correndo assim que entrei. Mas sabia que eu não poderia fazer isso. Depois, não sabia o que fazer. Era engraçado a reação das pessoas lá dentro... algumas acostumadas com essas cenas, nem se importavam... outras estavam felizes pelos seus parentes estarem se recuperando... outras choravam desesperadamente... e eu... eu não sabia o que fazer. Fiquei assustada!
Decidi colocar minha mão sobre a mão dela a espera de alguma reação. E quer saber o que eu vi? Movimentos ligeiros, bruscos... como se ela quisesse sair dali mas algo  estivesse a segurando. Bem estranho mesmo. Me assustei de novo, e quando estava quase saindo, senti que apesar de tudo, ela precisava de mim... então voltei devagar e falei meio que gaguejando que tudo ia ficar bem... desejei feliz ano novo. Falei que ela ia sair dessa. passei a mão na testa e sai. Chorei. Quis fumar um cigarro. Não posso. Não agora. Esperei... esperei mais um pouco. Vamos embora. Mas dói. Não por ela, por ele que cuida dela, e ainda assim sorri. Pela primeira vez vi ele chorando timidamente... e chorei tbm. Desejei que tudo acabasse logo, e mais uma vez não quis admitir q não posso resolver os problemas do mundo. Nem ao menos os problemas de quem eu amo tanto. Não entendo pq é q tem q ser assim. Eu estava feliz e me divertindo tomando banho de sol e ele abraçado a uma maca no hospital. Será que é justo?
De qualquer forma tudo acabou. Acabou antes do que eu imaginava. Aliás ninguém imaginava. E as pessoas sofrem.
Eu que  relutei pra entrar naquele quarto, no dia seguinte me senti aliviada por ter feito  isso a tempo.
Tudo bem. É engraçado pq nunca estive tão perto das pessoas como agora. E as lagrimas são sinceras, e os abraços são verdadeiros, e o sentimento é nobre. É amor de verdade.