Moleque, meu pequeno. Meu xuxuzinho. Já sinto saudades e nem faz tanto tempo. Mas é que pra você tudo é tão rápido. É tudo tão diferente no tempo, na vida, na alegria. Só queria estar mais vezes com você pq é sempre muito feliz. Você, meu pequeno bebê, está tão tão esperto. Haaa como sou corujona. Haaaa como sou boba. É tanto amor dentro do meu coraçãozinho que nem cabe. Que transborda. Deve ser bom quando transborda não? Sinto saudades. Sinto sua falta. Sinto muito amor. É pq quando vejo vc, tão pequeno, sinto paz. Sei que vc é um serzinho forte pacas. 100%. Não vejo a hora de vc poder entender todas essas coisas que guardo pra ti. Pode sempre contar comigo irmãzinho pq vc agarrou meu coração. Meu coração estúpido bolha. Sei que vai ser uma puta parceria. Pq vc é fera, sempre foi, e me enche de orgulho.
Dossiê com o registo individual de habilitações ou de experiências do ato de pensar. E só!
terça-feira, 15 de julho de 2014
quarta-feira, 20 de março de 2013
caminhão? ... não
Passou por cima de mim um caminhão. (...) Pensando bem, acho que era um rolo compressor (não me recordo ao certo). Um rolo compressor passou esmagando pouco a pouco cada parte do meu corpo.
Desgrudar do asfalto não é tarefa simples. É uma tarefa dolorida. Exige paciência e cuidado. Uma atitude precipitada e você levante deixando grudado no chão uns pedacinhos de ti. Pedaços... na hora de desgrudar, tens que respirar fundo e fazer movimentos leves e lentos para não doer tanto. Dói, claro que dói. Só que lentamente dói menos. Além disso é necessário trabalhar o desapego. Depois que um rolo compressor passa por cima de você, é preciso entender que não vai dar pra você se levantar e levar tudo de si contigo. Inevitavelmente algumas partes, algumas pequenas partes, vão ficar.
Depois de se levantar, não olhe pra trás - ou melhor - não olhe para o asfalto. Você não vai gostar do que vai ver e se olhar, vai se desesperar e perceber a dimensão do problema em níveis alarmantes. Não faça isso, entenda que já passou e agora o que resta é seguir em frente.
No começo, vai ser difícil andar, enxergar, respirar. Sem contar que vai levar um tempo pra você se acostumar com um novo corpo, com um corpo esmagado, que se esforça para inflar novamente. Com um corpo sem alguns pedaços... provavelmente restarão algumas feridas que deverão ser cuidadas como devem ser cuidadas as feridas...
A vantagem do rolo compressor é que quando ele passa por cima de você ele permite que tudo seja compactado. Mas entenda, depois de se levantar, a partir desse momento, você terá mais espaço. Aproveite! Pode ser um corpo melhor! Você poderá escolher desde o começo o que quer que o seu corpo carregue. É como quando a gente nasce... as gente nasce meio sem nada... e ao longo da vida vamos inflando nosso corpo... deve ser por isso, que vez em quando, que em certos momentos passe um rolo compressor.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
SOBRE O ANEL
Então funciona assim....
take 1
A menina se livrou da aliança. Ele queria tanto, e no começo ficou realmente chateado pq ela não demonstrava interesse em ter. Mas aconteceu.... polida, bonita nova, brilhante com direito ao nome escrito como quem diz eu sou de fulano, fulano é de ciclano. Quanto amor!
O tempo vai passando pq ele sempre passar e então, em um certo dia, a menina estava brigando com ele por que ele nao dava a mínima para a aliança. A aliança já estava preta, e as vezes esquecida no basculante do banheiro. Perdeu o brilho e ja nem dava mais para ler o nome. Ja nem dava mais para saber que fulano era de ciclano e ciclano de fulano.
Em outro momento, depois da insistencia dele para ela aceitar a aliança e da insistencia dela para ele não esquecer a aliança, uma mensagem chegou no celular da menina... e foi aí que começou o fim... assim, dentro de dois dias, sem se olharem na cara os dois já não eram mais de ninguém.
A menina, sim a menina, saiu do ap dele. Voltou para o lugar de onde veio. Já não reconhece mais esse lugar mas por hora não ha nada a fazer. Porém, a menina voltou sem a aliança... e no dia a dia foi sentindo falta da tal da aliança de fulano/cilcano que um dia não quis ter, mas teve.
Depois de mais alguns dias refletindo sobre a falta da aliança, a menina passou por uma prateleria e pagou míseros 8 reias em um anel colorido. Agora não sente mais falta da aliança, agora a menina tem um anel colorido que lembra os anéis que a Friducha usava, que lembra os anéis que a prof° de relacionamento interpessoal usa. São todos anéis coloridos, então, agora a menina não precisa de aliança alguma. Não precisa de nada que dia que fulado é de ciclano. A menina, sim a menina, não é de ninguém... nem de fulano, nem de ciclano nem dele e talvez nem dela mesma. Ela só queria algo preso no dedo anelar da mão para lembrar qual era o lado esquerdo e qual era o lado direito.
take 1
A menina se livrou da aliança. Ele queria tanto, e no começo ficou realmente chateado pq ela não demonstrava interesse em ter. Mas aconteceu.... polida, bonita nova, brilhante com direito ao nome escrito como quem diz eu sou de fulano, fulano é de ciclano. Quanto amor!
O tempo vai passando pq ele sempre passar e então, em um certo dia, a menina estava brigando com ele por que ele nao dava a mínima para a aliança. A aliança já estava preta, e as vezes esquecida no basculante do banheiro. Perdeu o brilho e ja nem dava mais para ler o nome. Ja nem dava mais para saber que fulano era de ciclano e ciclano de fulano.
Em outro momento, depois da insistencia dele para ela aceitar a aliança e da insistencia dela para ele não esquecer a aliança, uma mensagem chegou no celular da menina... e foi aí que começou o fim... assim, dentro de dois dias, sem se olharem na cara os dois já não eram mais de ninguém.
A menina, sim a menina, saiu do ap dele. Voltou para o lugar de onde veio. Já não reconhece mais esse lugar mas por hora não ha nada a fazer. Porém, a menina voltou sem a aliança... e no dia a dia foi sentindo falta da tal da aliança de fulano/cilcano que um dia não quis ter, mas teve.
Depois de mais alguns dias refletindo sobre a falta da aliança, a menina passou por uma prateleria e pagou míseros 8 reias em um anel colorido. Agora não sente mais falta da aliança, agora a menina tem um anel colorido que lembra os anéis que a Friducha usava, que lembra os anéis que a prof° de relacionamento interpessoal usa. São todos anéis coloridos, então, agora a menina não precisa de aliança alguma. Não precisa de nada que dia que fulado é de ciclano. A menina, sim a menina, não é de ninguém... nem de fulano, nem de ciclano nem dele e talvez nem dela mesma. Ela só queria algo preso no dedo anelar da mão para lembrar qual era o lado esquerdo e qual era o lado direito.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
tempo, tempo mano velho
óia, a gente passa tanto tempo pedindo para ter mais tempo, que quando o temos, não sabemos o que fazer com ele. Pense na situação em que me encontro durante esses dias de licença médica. Entre um exame e outro para tentar descobrir o que está acontecendo, não sei o que fazer com o que "sobra" do tempo. Na verdade, não sobra, nunca sobra, mas é tão reconfortante poder pensar em fazer outras coisas que na correira do dia a dia somos obrigados a deixar de lado. Dá um desespero. Dá vontade de sair correndo, passeando pelos cafés da cidade, passando horas dentro da livraria, fazendo compras ou caminhando no parque. Mas... nada é tão bom assim, e não posso me esquecer, que apesar de nesse momento não estar amarrada ao trabalho, tenho outras limitações, e essas são ainda mais preocupantes.
Seja como for, dá para descansar um pouquinho sim, mas todos sabemos que cabeça vazia e tempo ocioso também não faz bem. o ideal é achar um equilíbrio!
A musica dos meus 15 anos: http://www.youtube.com/watch?v=aaZlIDXNzKg
sábado, 7 de abril de 2012
da menina cega
E sim, hoje tudo o que vejo está manchado. Faltou enxergar por fora do vidro... aquele vidro sujo, embaçado que não permite que vejamos a pureza e a simplicidade da vida. Sabe como?
Na verdade essa menina está precisando de um tempo.
Quando a mente para de pensar o corpo padece. Estou ficando cega e sou jovem para isso. Meu médico disse que é estres, e eu pesquisando no tio google descobri que é imunidade baixa. E bom, diante de tantas novidades na minha vida, acho que estou preferindo mesmo não ver. Pelo menos por um tempo. Pelo menos até ter a segurança de que em algum momento vou ver uma paisagem bonita, e real. Pode ser que esse momento não chegue nunca e se for para assim ser, cega serei.
Na verdade essa menina está precisando de um tempo.
Quando a mente para de pensar o corpo padece. Estou ficando cega e sou jovem para isso. Meu médico disse que é estres, e eu pesquisando no tio google descobri que é imunidade baixa. E bom, diante de tantas novidades na minha vida, acho que estou preferindo mesmo não ver. Pelo menos por um tempo. Pelo menos até ter a segurança de que em algum momento vou ver uma paisagem bonita, e real. Pode ser que esse momento não chegue nunca e se for para assim ser, cega serei.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Sobre ser, ou não
Em meu portifólio de pensamentos, devaneios. Essa angústia, esse cinza de Curitiba, essas músicas russianas, esses encontros desagradáveis e a sensação ser um nada.
Estou um pouco cansada de criar estratégias para ter sucesso na vida. Estou cansada, de sempre tentar acertar e só errar. Cansei dessas cobranças, dessa correria, dessa saudade de viver. Acho que se resume bem nisso... na saudade, que sinto baixinho de viver. Fico me perguntado, em que parte do caminho me perdi. Em que momento permiti que a vidade fizesse com que eu deixasse de ser...
Seja como for, apenas gostaria de ser feliz por inteiro.
Estou um pouco cansada de criar estratégias para ter sucesso na vida. Estou cansada, de sempre tentar acertar e só errar. Cansei dessas cobranças, dessa correria, dessa saudade de viver. Acho que se resume bem nisso... na saudade, que sinto baixinho de viver. Fico me perguntado, em que parte do caminho me perdi. Em que momento permiti que a vidade fizesse com que eu deixasse de ser...
Seja como for, apenas gostaria de ser feliz por inteiro.
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